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Cultura

SÁBADOS DE BONS ESPETÁCULOS NO 13º FESTIVAL DE DANÇA DO RECIFE

Modelo a escala - Com a coluna vertebral exposta no belo figurino e cenas viscerais na vídeo-arte, Félix Oropeza trouxe da Venezuela uma dança forte e bem enquadrada. Nos momentos em que fez sombra na tela que cobre toda a parte de trás do palco do Teatro do Apolo, o solista comungou perfeitamente com as imagens. Com movimentos muito precisos, ele tem as pernas fortes, que o sustentam nos 20 minutos de espetáculo. Suor e até uma cusparada no chão são demonstração de um sentimento latente de sofrimento, enquanto na tela vê-se mísseis ou pessoas à beira da morte. O cuspe é uma catarse em que Félix parece botar tudo o que lhe dói para fora. A música é boa, a vídeo-arte bem feita e seu sofrimento de ator-bailarino é como sua coluna vertebral: pode-lhe doer, mas deve ser mostrada.
 
Confluir (MG) - No primeiro espetáculo da noite, a mineira Thembi Rosa brinca à vontade no chão, graças a joelheiras e cotoveleiras. A dança, coreografada pelos renomados Rodrigo Perdeineiras, do Grupo Corpo, de Minas Gerais, e Alejandro Ahmed, do Cena 11, de Florianópolis, durou 25 minutos, e usou engenhosos objetos mecânicos como parte da cenografia.
 
Coreológicas (PE) - Os bailarinos dançaram para além da técnica no show do grupo recifense. Mostrando o lado humano dos movimentos, estabeleceram uma comunicação com o público que esteve na arena do Teatro Hermilo Borba Filho. Primeiro pediram a platéia que tirem os sapatos e larguem suas bolsas. E todos participaram, até um senhor francês sentado num banquinho. A interação com o público foi muito feliz, assim como foi entre os cinco bailarinos. O espetáculo fluiu naturalmente, como brincadeira de criança. Nada parece ensaiado. Há sincronia e liberdade. Entre as pessoas chamadas a participar surgiram ótimos bailarinos, que caíram no clima do convite tentador: todos podem dançar. É como diz o terapeuta José Ângelo Gaiarsa: O corpo é o maior playground do universo.

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