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DANÇA LOCAL EM FOCO NO 13º FIDR

Divulgação
Umwelt, de Maguy Marin (Fra)
Umwelt, de Maguy Marin (Fra)

Além de trazer à cidade atrações de renome nacional e internacional, a 13ª edição do Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR) se tornou uma referência como vitrine profissionalizante para grupos de Pernambuco. Revertendo em números essa afirmação, são 16 artistas pernambucanos, num universo de 30 companhias e coreógrafos que se apresentam nos dez dias de evento – e o número vem crescendo nas últimas edições.

Além de mostrar meu trabalho para um público cativo e atuante na dança, há um grande intercâmbio de conhecimento entre os artistas, comenta o bailarino e coreógrafo Cláudio Lacerda, que conta com dois espetáculos na programação. Vi no evento a oportunidade de ser conhecido e, acima de tudo, ter minha obra avaliada por outros artistas de fora do estado, afirma Cláudio.

Além de apresentar-se, outros artistas ressaltam o quão importante é fazer parte da programação além-palco. Para a bailarina e coreógrafa Isabel Ferreira, o 13º FIDR é uma boa oportunidade de atualização. Está aqui o que há de mais moderno no mundo da dança contemporânea. Temos uma visão do que se está trabalhando até na França, país onde a dança tem uma força incrível, conta Isabel. Para o trabalhador da arte, é um palco não apenas para espetáculos, mas para discussão, informação e aprendizado com outros artistas que dificilmente acontece no dia a dia, completa.

Para o coordenador geral do FIDR, Arnaldo Siqueira, a proposta do evento é fazer mais do que um festival de apresentações. Sabemos o quanto é importante o espaço para reciclagem, discussão e informação. Por isso, além de mostrar espetáculos queremos trazer para a cena local uma gama de conhecimentos que atinja não apenas o apreciador da dança, mas os produtores, diretores e coreógrafos que buscam inserir-se em um contexto maior. É através desses intercâmbios que os bailarinos podem mostrar seu trabalho e se informar do que está acontecendo no mundo.

Reflexão e diálogo - O 13º FIDR mostra maturidade para entender sua função de tornar possível o intercâmbio de informações. Através das rodas de conversa do Dança Falada / Chá com arte (oportunidade de discutir diretamente com os artistas sobre a sua obra) e do Encontro da Rede Sul Americana de Dança (que se encerrou na última segunda-feira), é possível entrar em contato com o que há de mais pertinente e atual no meio.

O 13o Festival Internacional de Dança do Recife é uma realização da Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura, com apresentação e patrocínio da Petrobras, Itaú Cultural e Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Rouanet.

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