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Direitos Humanos e Segurança Cidadã

SEMINÁRIO NA UNICAP MARCA CELEBRAÇÕES PELO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Lú Streithorst
Seminário aconteceu no G1 da Unicap
Seminário aconteceu no G1 da Unicap

A Prefeitura do Recife promoveu um seminário sobre “A contribuição das Mulheres Negras na História de Pernambuco”, que aconteceu na tarde desta quarta-feira (19), no auditório da G1 da Universidade Católica, na Boa Vista. A Coordenadoria da Mulher e a Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã realizaram o evento, que está integrado a atividade “Negritude Brasil, 120 de abolição?”, daquela instituição de ensino superior. Um público formado basicamente por mulheres prestigiou o seminário, que abordou ainda aspectos ligados a religião, saúde e direitos das mulheres. “Esta é uma maneira de a gente resgatar o protagonismo de mulheres negras que contribuíram não apenas com a história de Pernambuco, mas do País, de forma geral”, declarou a titular da Coordenadoria da Mulher, Juliana César.

O seminário foi aberto com uma mesa política formada por Juliana César; o padre Pedro Rubens, da Unicap; e de Miriam Sá Pereira, coordenadora do Centro de Ciências Jurídicas da Católica. Após a saudação aos presentes, teve início a primeira mesa de debates, com a temática: A Contribuição da Mulher Negra na História de Pernambuco. Na ocasião, a composição foi a seguinte: Inaldete Pinheiro, mestra em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Rejane Pereira, do Fórum de Mulheres de Pernambuco; e Rebeca Duarte, do Observatório Negro.

No final da tarde, a segunda mesa foi composta por Vera Baroni, da Rede de Mulheres de Terreiro de Pernambuco; Fátima Oliveira, do Grupo de Trabalho das Relações Étnico-raciais da Educação (Geterê), da Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer; e Maria de Fátima, professora da Católica e promotora de Justiça.

As artesãs Mônica Bernardo Vaz, 42 anos, e Maria de Lourdes Gomes, 51 anos, participaram da atividade e destacaram a sua importância. “É importante não apenas durante o Mês da Consciência Negra, mas deveria acontecer periodicamente ao ano. Eu, na condição de mulher negra, acho muito relevante”, comentou Mônica. “Deveria haver menos preconceito e que esta data sirva como um alerta para os problemas que ainda persistem como discriminação às mulheres, especialmente as negras”, disse Maria de Lourdes.

A estudante universitária, Nilvânia Souza, 22 anos, que também integrou a platéia, acredita que é bastante útil este tipo de manifestação. “Principalmente para nós que somos estudantes. Abordar a realidade das mulheres negras no Brasil de hoje é necessário”, opinou.

 

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