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JOÃO DA COSTA PARTICIPA DE COMEMORAÇÃO PELOS 50 ANOS DO MCP
08:52 Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Fotos: Fernando Silva
Cerimônia ocorreu na noite desta quinta
Cerimônia ocorreu na noite desta quinta
Prefeito destaca a importäncia do local para a Cidade
Prefeito destaca a importäncia do local para a Cidade

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Encerrando o dia de atividades comemorativas do cinquentenário do Movimento de Cultura Popular (MCP), com a presença do prefeito João da Costa, a Prefeitura do Recife realizou uma grande cerimônia de homenagem, na noite desta quinta-feira (13), no Sítio Trindade, equipamento da Secretaria de Cultura que funcionou como sede do movimento entre 1960 e 1964.

Abrindo a solenidade, foi exibido o documentário “MCP: Sonho Interrompido?”, dirigido por Andréa Ferraz, contando um pouco da história de luta e resistência do movimento. Em seguida, os alunos da Escola Municipal Renato Accioly prestaram uma homenagem aos ex-membros do MCP com uma apresentação de dança popular. Na ocasião, o prefeito entregou homenagens às personalidades que contribuíram com o movimento, sob a forma de uma xilogravura exclusiva de J. Borges. Os homenageados foram dona Madalena Arraes, Germano Coelho, Abelardo da Hora, Silke Weber, Geraldo Menucci, Argentina Rosas, Letícia Rameh, Agostinho Rosas, Aluísio Monteiro e Joacir Castro.

“Não é por acaso que nosso governo está fazendo essa homenagem. É pela memória da luta popular da cidade do Recife. O povo brasileiro é vencedor por construir uma das mais sólidas culturas entre as nações, por isso é importante registrar essa memória”, afirmou João da Costa. Para o professor Germano Coelho, um dos fundadores do movimento, a interação entre alunos e professores era traço marcante do MCP. “Nós colhemos desse tempo nos olhos dos alunos um sentimento de integração, porque hora eles nos ensinavam, hora nós ensinávamos a eles o que sabíamos sobre o Brasil Na visão do MCP, educação é um aspecto da política, pois desenvolve as potencialidades do homem”, comentou.

Para resgatar a memória do movimento e levantar a discussão sobre o que ele propunha, a Prefeitura realizará, de julho a novembro desse ano, um calendário de debates, oficinas e atividades relacionadas ao MCP. “Essa programação busca resgatar a memória do MCP, mas também mapear os desdobramentos do movimento nos dias de hoje”, explicou o secretário de Cultura, Renato L.

Apos a cerimônia, João da Costa abriu oficialmente a exposição “Apresentando o Arraial Velho do Bom Jesus”, promovida pela Secretaria de Cultura, por meio da diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural, visando a difundir a história do Forte Arraial do Velho Bom Jesus. A mostra conta com achados arqueológicos como porcelanas e munições, que datam de 1630 a 1635, época em que existiu o Forte.

O MCP - Foi criado no Recife em maio de 1960, quando o prefeito da cidade era Miguel Arraes de Alencar. O objetivo básico do movimento era divulgar as manifestações de arte popular regional, além de promover a alfabetização de crianças e adultos. Esse trabalho de alfabetização tinha à frente o educador Paulo Freire, um dos sócio-fundadores do movimento.

Entidade privada e sem fins lucrativos, o MCP se mantinha através de convênios com a Prefeitura do Recife e o Governo do Estado. O movimento contou com apoio da intelectualidade pernambucana e de grupos políticas de esquerda tais como a União Nacional dos Estudantes (UNE), Partido Comunista Brasileiro (PCB) e outras.
O MCP ganhou dimensão nacional e serviu de modelo para movimentos semelhantes criados em outros Estados brasileiros.

Entre 1962/63, forças de direita tentaram sufocar o movimento e houve uma mobilização nacional em sua defesa: até mesmo o então Ministro da Educação, Darci Ribeiro, veio ao Recife apoiar pessoalmente o MCP e o considerou “um exemplo a ser levado a todo o País”. Com o golpe militar de 1964, o MCP foi extinto, mas sua contribuição cultural e política permanece até hoje, a exemplo dos ideais de seus fundadores.

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