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Saúde

PREFEITURA COMEMORA UM ANO DO SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR COM SEMINÁRIO
11:31 Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

Evento contará com a participação de Mônica Regina, coordenadora do SAD no município de Campinas, em São Paulo

Por Tádzio Estevam

O Serviço de Assistência Domiciliar do Recife (SAD), que garante atendimento a pacientes crônicos que já não podem mais se deslocar até uma unidade de saúde, completa um ano de existência. Para lembrar a data e avaliar o serviço, os profissionais que compõem o SAD participarão, na próxima sexta-feira (08), de um seminário a ser realizado Mar Hotel (Rua Barão de Souza Leão, n° 451, Boa Viagem). As atividades terão início a partir das 8h e seguem até o meio dia.

O encontro contará com presença da coordenadora da Atenção Domiciliar do município de Campinas (SP), Mônica Regina, que apresentará a política que foi pioneira em todo o País. Além da convidada, aproximadamente 100 pessoas, entre profissionais que compõem o serviço, gerentes de território, equipes do Programa Saúde da Família e as diretorias da Secretaria de Saúde participarão do evento. Na ocasião, haverá uma apresentação do secretário da pasta, Gustavo Couto, sobre o modelo de gestão municipal intitulado “Recife em Defesa da Vida”.

Na programação também está prevista a apresentação do relato de experiência do SAD no Distrito Sanitário IV, cujo serviço foi implantado no território no último mês de fevereiro cobrindo bairros como Cordeiro, Ilha do Retiro, Iputinga, Madalena, Prado, Torre e Zumbi, Engenho do meio, Torrões, Caxangá, Cidade Universitária e Várzea.

O primeiro serviço do SAD foi implantado no Recife em março de 2010 e contemplou os bairros dos distritos sanitários I (Zona Central) e V (Zona Sudoeste), fruto de uma parceria com o Instituto Materno Infantil do Recife (Imip). De lá pra cá, a assistência foi ampliada para os distritos II, III e IV e contou com outras instituições hospitalares conveniadas como o Hospital Infantil Maria Lucinda e a Santa Casa de Misericórdia Hospital Santo Amaro. Esta iniciativa, que é pioneira em Pernambuco, já atende a 160 pacientes portadoras de doenças crônicas e também a pacientes em estágio terminal de câncer que poderiam estar em leitos hospitalares, o que corresponderia a um hospital de médio porte. Contudo, a proposta do SAD é exatamente promover a desospitalização, proporcionando o tratamento na casa do paciente, além de garantir o ambiente familiar e diminuir o risco de infecções.

Atualmente, o serviço conta com 12 equipes formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e motoristas. Ainda completam o time mais três equipes, essas chamadas multidisciplinares, que contam com profissionais de assistência social, apoio administrativo, farmácia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional. Cada equipe atende a 30 pacientes por mês. A inclusão obedece a protocolos administrativos e assistenciais definidos, como o paciente possuir incapacidade funcional provisória ou permanente e ter cuidador com capacidade de colocar em prática as orientações dos profissionais.

Segundo o secretário de Saúde do Recife, Gustavo Couto, entre os impactos esperados estão a otimização dos serviços e dos recursos do SUS, a redução dos riscos de infecção hospitalar, a humanização da atenção trazida pela permanência no convívio da família e a melhoria da qualidade de vida dos moradores da Capital. “O serviço foi criado de acordo com as necessidades da nossa população. E uma das conquistas imediatas com a sua implementação é o fortalecimento da rede de atenção primária, que identificará os usuários a serem beneficiados com a iniciativa”, ressaltou.

Pacientes com prioridade para inclusão no programa:

Idosos portadores de doenças crônicas degenerativas agudas;
Portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos;
Portadores de incapacidade funcional provisória permanente;

Pacientes que podem participar do programa:

Ter cuidador com condições de prestar os cuidados orientados pela equipe do SAD;
Ser morador do Recife;
Ter condições de moradia adequada ao plano terapêutica.

Pacientes que não podem participar do programa:

Que necessitem de cuidados intensivos e monitoramento contínuo;
Sem cuidador identificado;
Com necessidade de tratamento cirúrgico de urgência;
Que façam uso de medicação complexa com efeitos colaterais potencialmente graves ou de difícil administração.

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