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Saúde

PREFEITURA DO RECIFE IMPLANTA EQUIPES DO PROGRAMA CUIDANDO EM CASA PARA ATENDER A ZONA SUL
00:00 Terça-feira, 24 de Maio de 2011

Fotos: Ivanildo Francisco
Evento aconteceu na Policlínica do Pina
Evento aconteceu na Policlínica do Pina
Iniciativa faz parte do SAD Recife
Iniciativa faz parte do SAD Recife

Por Tádzio Estevam

Nesta terça-feira (24), a Prefeitura do Recife apresentou as equipes que irão trabalhar no Programa Cuidando em Casa para atender aos pacientes que moram nos bairros da Zona Sul. O evento aconteceu na Policlínica do Pina. Na ocasião, estavam presentes os profissionais que compõem o serviço como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, além das coordenações da Secretaria de Saúde do Recife e do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). A iniciativa, que faz parte do Serviço de Assistência Domiciliar (SAD Recife), completa o ciclo de implantações ampliando a garantia de serviços especializados aos moradores da Zona Sul da capital pernambucana, iniciado nos outros distritos sanitários em março de 2010. O objetivo é cuidar de pacientes crônicos no conforto do lar, oferecendo toda assistência médica necessária e diminuindo as internações em leitos hospitalares.

Com a atuação no distrito VI, mais três equipes básicas e uma matricial oferecerão atendimento especializado. Essas equipes são compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e motoristas. As matriciais ou multidisciplinares contam com profissionais de assistência social, apoio administrativo, farmácia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional. Cada equipe básica atenderá, em média, a 30 pacientes por mês. “Com a chegada do programa na Zona Sul, o atendimento será oferecido a uma população de aproximadamente 400 mil pessoas, o que corresponde a 17% da população (1,6 milhão de pessoas)”, informou a coordenadora do serviço pela Secretaria de Saúde, Renata Corrêa.

Para implementação do programa nos distritos sanitários, a Prefeitura do Recife convidou hospitais conveniados à rede municipal que já atuam em alguns distritos para atenderem aos pacientes. Para atuar no distrito VI, foram contratados profissionais do Imip - primeiro a confirmar a participação na iniciativa há um ano e que atenderá, além dos bairros da Zona Sul, os da Zona Central. “O hospital oferece ao SAD uma base sólida, com os melhores profissionais e serviços”, explicou a coordenadora por parte da instituição parceira, Bessie Fellows. Além do Imip, o Hospital Maria Lucinda (localizado no bairro do Parnamirim) atende aos moradores das Zonas Norte e Noroeste; e a Santa Casa de Misericórdia Hospital Santo Amaro aos bairros das Zonas Sudeste e Oeste.

O programa foi implantado no Recife em março de 2010 e é pioneiro em Pernambuco. A modalidade já atende a 180 pacientes, porém com capacidade de atender até 360 pessoas portadoras de doenças crônicas e também a pacientes em estágio terminal de câncer que poderiam estar em leitos hospitalares, o que corresponderia a um hospital de médio porte. Contudo, a proposta é exatamente promover a desospitalização, proporcionando o tratamento na casa do paciente, além de garantir o ambiente familiar e diminuir o risco de infecções.

A inclusão obedece a protocolos administrativos e assistenciais definidos, como o paciente possuir incapacidade funcional provisória ou permanente e ter cuidador com capacidade de colocar em prática as orientações dos profissionais.

Pacientes com prioridade para inclusão no programa:

Idosos portadores de doenças crônicas degenerativas agudas;
Portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos;
Portadores de incapacidade funcional provisória permanente;
Ter cuidador com condições de prestar os cuidados orientados pela equipe do Programa Cuidando em Casa;
Ser morador do Recife;
Ter condições de moradia adequada ao plano terapêutica.

Pacientes que não podem participar do programa:

Que necessitem de cuidados intensivos (ventilação mecânica/oxigenioterapia) e monitoramento contínuo;
Sem cuidador identificado;
Com necessidade de tratamento cirúrgico de urgência;
Que façam uso de medicação complexa com efeitos colaterais potencialmente graves ou de difícil administração

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