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Hamlet, de William Shakespeare. Tragédia Inglesa de tom psicológico, envolvente e complexa. Leva o leitor a refletir sobre os conflitos humanos.
Os cus de Judas, de António Lobo Antunes. Romance autobiográfico. Trata do conflito vivido por uma personagem portuguesa, quando é destacado, na qualidade de médico, para enfrentar os perigos da guerra entre Portugal e as colônias africanas.
Os irmãos Karamázov, de Fiódor Dostoievski. Romance russo que vale a pena ser lido, pela polifonia resultante da presença de posições diversas a respeito dos mesmos assuntos.
Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez. Romance que trata do insólito, isto é, de acontecimentos que ficam no limite do real e do irreal.
O vermelho e o negro, de Stendhal. Romance francês cujo tema é a desigualdade e a injustiça.
A Metamorfose, de Franz Kafka. Grande crítica à condição humana, resultante de uma sociedade capitalista, cujo valor do homem está em sua capacidade produtiva. O conflito interior vivido pelo protagonista o faz sentir-se um inseto.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Romance inovador em que o autor textual, narrador e protagonista critica o comportamento humano, na condição de um defunto autor. Subverte, pela linguagem irônica e parodística, a ordem do romance brasileiro do século XIX e aponta para a modernidade.
Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust. Romance que trata dos conflitos do ser humano, numa retrospectiva sofrida e tensa.
A Bíblia. Texto que trata das verdades humanas de modo poético e por isso mesmo é retomado por vários e diferentes escritores.
Os sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe. Romance epistolar que relata a paixão e a morte por amor de um jovem romântico. História que atrai pela exacerbação do sentimento. Iniciadora do Romantismo na Alemanha. |