PROGRAMAÇÃO:

Ingressos*: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (estudantes e terceira idade) e R$ 2,00 (artistas participantes ou com carteira do SATED/PE).

*Os ingressos são para o Teatro do Parque e para o Teatro Hermilo Borba Filho. Os outros palcos são gratuitos.

Dia 01 de julho

Teatro do Parque - 19h
Duda Braz & Flávio Salamanka (SP/PE)
Bacnaré - Balé de Cultura Negra do Recife (PE)
(intervalo)
Steven Harper & Bruce Henry (USA)
Jaime Arôxa & Bianca Gonzales (PE/RJ)
Quasar Cia. de Dança (GO)


Dia 02 de julho

Sítio da Trindade - 18h
Ballet Toshie Kobayashi (SP)
Erika Hassan (USA)
Cia. Trapiá de Dança (PE)
Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS)
Jaime Arôxa & Bianca Gonzales (PE/RJ)
Grupo Vórtice Cia. de Dança (MG)
Zen Cia. de Dança (PE)
Cia. de Dança Artefolia (PE)
Bacnaré - Balé de Cultura Negra do Recife (PE)

Teatro do Parque - 19h
Verve Cia. de Dança (PR)
(intervalo)
Priscilla Yokoy & Ronaldo César (SP)
Grupo Experimental (PE)
Cia. Flamenca de La Luna (PE)
Cia. Forrobodó de Dança Tradicional (PE)
Ária Espaço de Dança e Arte (PE)
Roberto Cristiano & Polyana Moura (PE)
Domínio Cia. de Dança (RN)
Trajetos Cia. de Dança (PE)
Black Escobar (PE)
Cia. Perna de Palco (PE)


Dia 03 de julho

Sítio da Trindade - 18h
Ária Espaço de Dança e Arte (PE)
Cia. Flamenca de La Luna (PE)
Sandro Rogério & Adriana Bandeira (PE)
Ballet Teatro Alberto Maranhão (RN)
Cia. Perna de Palco (PE)
Icógnum Cia. de Dança (PE)
Carolemos Dançarte (PE)
Cia. Vias da Dança (PE)
Trajetos Cia. de Dança (PE)
Balé Afro Majê Molê (PE)

Pátio de São Pedro - 18h
Grupo de Ballet Stúdio de Danças (PE)
Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS)
Gláucio Perdigão & Gilda Seara (PE)
Grupo Sem Censura (PB)
Graça e Harmonia Cia. de Dança do Ventre (PE)
Balé Brincantes (PE)
Netto (MG)
Domínio Cia de Dança (RN)
Black Escobar (PE)
Cia Forrobodó de Dança Tradicional (PE)

Teatro do Parque - 19h
Cristina Shimizu & Alexandre Fernandes (PE)
Distrito Cia. da Dança (SP)
Cia. Fátima Freitas (PE)
Ballet Municipal de Natal (RN)
Paulo Henrique (PE)
Balé Brasílica (PE)
(intervalo)
Ballet Toshie Kobayashi (SP)
Zen Cia. de Dança (PE)
Cia. Laiz Sena (PE)
Grupo Vórtice Cia. de Dança (MG)
Maquinaria Cia. de Dança (PE)
Daruê Malungo (PE)

Teatro Hermilo Borba Filho (Mostra de Dança Contemporânea) - 20h
Suzana Gomes (SP)
Suyenne Simões (PE)
Mah Cia. de Dança (PB)
Staccato Dança Contemporânea (RJ)


Dia 04 de julho

Pátio de São Pedro - 18h
Steven Harper & Bruce Henry (USA)
Pia Holden (USA)
Grupo Experimental (PE)
Roberto Cristiano & Polyana Moura (PE)
Ballet Municipal de Natal (RN)
Balé Acrópoles (PE)
Cia. Fátima Freitas (PE)
Distrito Cia. de Dança (SP)
Cia. Laiz Sena (PE)
Daruê Malungo (PE)

Teatro do Parque - 19h
Grupo Grial (PE)
(intervalo)
Juliana Siqueira & Flávio Salamanka (PE)
Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS)
Icógnum Cia. de Dança (PE)
Cia. de Dança Artefolia (PE)
Ballet Teatro Alberto Maranhão (RN)
Graça e Harmonia Cia. de Dança do Ventre (PE)
Balé Brincantes (PE)
Grupo de Dança Alma Flamenca (PE)
Cia. Trapiá de Dança (PE)

Teatro Hermilo Borba Filho (Mostra de Dança Contemporânea) - 20h
Cláudio Lacerda & Mônica Barroso (PE)
Ciane Fernandes (BA)
P.U.L.T.S. Teatro Coreográfico (SP)


Dia 05 de julho

Camaragibe (pátio de eventos da Vila da Fábrica) - 18h
Balé Brincantes (PE)
Grupo de Danças Rugas de Ouro (AL)
Grupo Aquindelê (PE)
Balé Municipal de Santo André (SP)
Icógnum Cia. de Dança (PE)
Daruê Malungo (PE)
Camarás Cia de Dança. (PE)
Grupo de Dança Alma Flamenca (PE)
Maquinaria Cia. de Dança (PE)
Balé Brasílica (PE)

Teatro do Parque - 19h
Cia. SeráQuê? (MG)
(intervalo)
Grupo de Ballet Stúdio de Danças (PE)
Grupo Sem Censura (PB)
Balé Acrópoles (PE)
Cia. de Dança Roda Viva (RN)
Cia. de Danças de Diadema (SP)
Sandro Rogério & Adriana Bandeira (PE)
Cia. dos Homens (PE)
Gaia Cia. de Dança (RN)
Netto (MG)
Ballet Íris de Alagoas (AL)
Balé Afro Majê Molê (PE)


Dia 06 de julho

Camaragibe (pátio de eventos da Vila da Fábrica) - 18h
Cia. de Danças de Diadema (SP)
Cia. Edson Nunes (SC)
Paulo Henrique (PE)
Zen. Cia. de Dança (PE)
Cia. de Dança Roda Viva (RN)
Grupo Experimental (PE)
Ballet Íris de Alagoas (AL)
Gaia Cia. de Dança (RN)
Fernanda Rafick Cia. de Dança (PE)
Netto (MG)
Cia. dos Homens (PE)

Teatro do Parque - 19h
Viladança (BA)
(intervalo)
Paula Marcondes & Flávio Salamanka (PE)
Carolemos Dançarte (PE)
Balé Municipal de Santo André (SP)
Cia. Vias da Dança (PE)
Cia. Edson Nunes (SC)
Balé Popular do Recife (PE)

ATRAÇÕES:

Dança Contemporânea - Verve Cia. de Dança (PR), Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS), Seraquê? Cia de Dança(MG), Cia VilaDança (BA), entre outros.

Cia. de Danças de Diadema (SP)
Com o espetáculo "Balaio de Danças", que reúne quatro das melhores obras do repertório da companhia, apresentando cenas de "Trêsmaisum", de Henrique Rodovalho, "Arte & Raiz", de Ana Bottosso, "Rap.Xote", de Sérgio Rocha e Ricardo Iazzetta e "Baque", de Mário Nascimento. A direção artística é de Ana Bottosso e Ivonice Satie. A obra traça um painel da linguagem explorada pela equipe, unindo dança contemporânea, teatro coreográfico, percussão corporal, movimentos e músicas com grande referência à cultura brasileira. Criada em fevereiro de 1995, a equipe produz espetáculos, projetos de luz, cenografia e figurinos desenvolvidos pelo próprio elenco.

Foto Cia. de Danças de Diadema. Foto: Marcelo Zamora.

Suzana Gomes (SP)
Com "O Louco", resultado de uma pesquisa sobre a inter-relação entre a vida real e os arquétipos, desenvolvida durante seus estudos na School for New Dance Development (SNDD), na Holanda, entre 1999 e 2001. Apropriando-se das experiências pessoais da bailarina/coreógrafa e utilizando projeções em vídeo, o trabalho é uma performance solo de teatro físico, usando a dança contemporânea como principal linguagem corporal. A peça, em constante transformação, foi inspirada no jogo das cartas de tarô - focando especialmente a carta "O Louco" - e baseada nos estudos do Dr. Carl Jung, nas obras de Rodin e no estilo de movimentos do bailarino e coreógrafo russo Nijinsky.

Foto da solista Suzana Gomes - foto Santley Sie.

Distrito Cia. da Dança (SP)
Com três obras distintas. "Por Aí", coreografia da diretora artística da companhia, Patty Brown, faz uma referência às relações do ser humano apropriando-se de músicas de Philip Glass e Ned Rurem. A coreógrafa parte da idéia de que, num lugar qualquer, pessoas se encontram, travam relações e, mesmo assim, continuam sozinhas. "...Still We Sit", coreografia de Raymundo Costa e Maxine Steinman, inspirada num poema de John Fuller, mostra um casal dentro da fragilidade de um instante no cotidiano, evocando um senso de eternidade em torno de uma relação e um momento. "Biocenose", do premiado Henrique Rodovalho, traz uma sequência de imagens e movimentações que destacam a interação das pessoas num determinado espaço, num determinado tempo.

Priscilla Yokoi (SP)
Com apenas 18 anos, é considerada uma das grandes estrelas do ballet brasileiro. Em 1998, recebeu o prêmio especial do júri de finalista mais jovem do IBC Varna-Bulgária. Em 1999 conquistou a medalha de ouro do Festival de Dança de Joinville e do Festival de Danza del Mercosur, Buenos Aires-Argentina. Em 2000, no concurso Internacional Prix de Lausanne-Suíça, considerado um dos mais importantes concursos estudantis de ballet, ficou entre as dez melhores bailarinas do mundo. Recentemente conquistou a medalha de prata numa tradicional competição na cidade de Nagóia-Japão. Também não é para menos, já que ela ensaia de três a quatro horas por dia.

Cia. SeráQuê? (MG)
Com uma reunião de dança, música, teatro e poesia intitulada "Urucubaca Na Roda do Mundo", que incorpora elementos da cultura afro-brasileira e as relações interativas entre intérpretes, espaço e público. Urucubaca é uma palavra de origem "Banto", que traz um mistério implícito. A obra é composta de esquetes teatrais, materializando personagens imaginários que falam por imagens e parábolas. A ficção começa com Maria, uma lavadeira que vem da rua para o palco e leva o espectador a viver sensações oníricas através de um clima mágico de sons e luzes. Os textos são do poeta e compositor Ricardo Aleixo e a trilha sonora, de Gil Amâncio e Guda, é executada ao vivo por eles. As coreografias de Rui Moreira mostram uma linguagem contemporânea apoiada na diversidade gestual encontrada no Brasil.

Gaia Cia. de Dança (RN)
Um dos expoentes da dança potiguar, que tem como uma das suas principais características a diversificação de coreógrafos convidados. A direção artística é de Edeilson Matias. Com "5 Peças Para 8 Espécies", criação coreográfica e figurino do premiado Mário Nascimento, a equipe movimenta-se ao som instigante do Charlie Brown Jr., Loop B e DJ Dolores. Em "Fantasia Agreste", do mineiro Tíndaro Silvano, utilizam trilha sonora especialmente criada por Fábio Cardia.

Foto Gaia Cia. de Dança - foto Décio Peixoto.

Mah Cia. de Dança (PB)
Com o espetáculo "Fragmentos de Metamorfose", uma criação e direção de Admilson Maia. A obra parte da idéia de que tudo se transforma na natureza: o dia em noite, a nuvem em chuva, a lagarta em borboleta, o beijo em união. A dança dos momentos não se prende ao tempo. Podemos ser o que sonhamos, ou será que já somos e apenas sonhamos?! No elenco, Admilson Maia, Socorro Maia e o percussionista Maerson Sucupira. A Companhia, fundada em Campina Grande, mantém um trabalho de investigação em dança contemporânea desde 1995.

Grupo Rugas de Ouro (AL)
Com as coreografias "Anel de Brilhante" e "Rosa Vermelha", ambas de Vânia Papini. A primeira homenageia o folclore alagoano ao som de Alceu Valença. A segunda, num mix de canções de diversos países, presta uma homenagem às nações formadoras da população alagoana, como Holanda, França, África, Espanha, Portugal e, em especial, os indígenas. O Grupo Rugas de Ouro (danças interpretativas de senhoras) está em atividade desde 1998, composto por 18 encantadoras senhoras com idade, em sua maioria, acima dos 50 anos.

Balé Afro Majê Molê (PE)
Um dos mais reconhecidos balés de cultura negra no Estado, formado por 18 meninas da comunidade de Peixinhos, em Olinda, com idade entre 12 e 21 anos. Apresentarão o inédito espetáculo "Resistência", com coreografias de Gilson Gomes, mostrando a beleza e o talento da mulher em sua arte instrumental, tocando e dançando ao mesmo tempo. As meninas, acompanhadas por quatro percussionistas, utilizam um instrumento de percussão conhecido como abê (chequerê), feito de cabaça e contas. O trabalho volta-se também para a resistência da mulher no plantil, brilhando do período dos escravos até às roças dos tempos atuais, passando pelos palcos da vida. Majê Molê significa crianças que brilham.

Trajetos Cia. de Dança (PE)
Com o ainda inédito espetáculo "Solarium", com coreografias de Rildo de Paula, Rogério Ramos, Kleber Azevedo e direção deste último. A proposta dessa companhia olindense é unir dois estilos de dança, a contemporânea e a popular, numa montagem que traz como tema central um dos mais enigmáticos e interessantes astros da natureza - o Sol. Através de uma linguagem dinâmica e versátil, as diversas formas de influência que ele exerce sobre os povos, culturas e ciências. O seu culto pelos caboclinhos e ciganos, a ira do sertanejo para com ele, a sua presença nas ciências esotéricas, enfim, uma verdadeira apologia ao Astro Rei.

Cláudio Lacerda (PE)
Apresentando duas coreografias. Em "O Diafragma Fecha", dueto com Mônica Barroso, são explorados as poses, o narcisismo e a estilização do universo da moda. A obra, expondo tiques nervosos e deformações, questiona a linha divisória que separa o desvio do que é considerado normal do modelo a ser seguido. No solo "A Cidade no meu Corpo", com canções de David Bowie, Suede e efeitos sonoros da BBC, a integração entre a cidade e seus viventes, estes com o corpo impregnado de cidade, com suas memórias sob e sobre a pele.

Foto Cláudio Lacerda (PE) - foto: Jorge Clésio

Cia. de Dança Laiz Sena (PE)
Apostando na seqüência das danças de salão, entre elas o samba e o forró, apresentarão "Mistura & Dança", do casal Laiz Sena e Marcello Brusin, dançarinos, professores e coreógrafos que mantém parceria desde 1997. Procurando preservar o estilo clássico e elegante da dança de salão, a equipe vem firmando-se como uma das mais requisitadas no Estado para festivais de dança, programas de TV, turnês e shows com vários cantores e grupos.

Ciane Fernandes (BA)
Com a performance solo "Corpo Estranho", que questiona definições de um "corpo latino", desconstruindo-o enquanto abismo existencial, biológico e cultural, em constante re-mapeamento simbólico, genético e geográfico. Ao som de trechos de shows ao vivo de latinos nos Estados Unidos, gravações de rádios baianas fora de sintonia, anúncios da rádio hispânica de Nova York, e um merengue-rap-xaxado do grupo hispânico pop Fulanitos, a intérprete fragmenta suas imagens humanas e sociais em pedaços não identificados, formas de seres mutantes, andrógenos, antropofágicos. Ciane Fernandes é pesquisadora associada ao Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (New York).

Cia. Viladança (BA)
Com o espetáculo "Ulisses" em estréia nacional. A obra é baseada em uma das duas epopéias que se encontram na origem da literatura grega: a Odisséia, que focaliza a faculdade de adaptação e o espírito de aventura. A coreógrafa Cristina Castro centra sua criação quando Ulisses conta suas aventuras nos mares desde que saiu de Tróia até chegar à terra dos Feácios. O ponto de referência para os jogos de improvisação, base da criação dos movimentos, partiu das relações humanas e suas intenções. Também foram utilizadas várias técnicas para enriquecimento dos movimentos: basquete, atletismo, yoga, dança de salão, percussão vocal e canto. Desde 1998 a Cia. Viladança vem investindo na intercomunicação de linguagens e recursos cênicos.

Foto Cia. Viladança (BA) - foto Márcio Lima

Steven Harper e Bruce Henry(NY/RJ)
Com "Jungle Tap!", espetáculo variado e contemporâneo, de dois americanos "tornados cariocas", que abre espaço para o sapateado, o canto, à percussão e à comédia. Enquanto Steven canta, bate palmas e dança um estilo de sapateado fortemente personalizado, em alguns momentos inspirado na ginga das danças brasileiras, Bruce esfrega, puxa e faz as cordas do seu contrabaixo vibrarem, declama ou canta rap, quando não lança um hilário tango onde o instrumento vira seu improvável parceiro. A dupla promete surpreender o público com as possibilidades acústicas e riquezas rítmicas de seus instrumentos.

Steven Harper (sapateador) - foto Luiz Garrido

Cia. de Dança Artefolia(PE)
Com três coreografias distintas, criadas em processo coletivo pelo elenco. São elas: "Caboclinhos", "Frevo" e "Maracatu". O objetivo da equipe, em atividade há oito anos, é desenvolver um trabalho na área de dança-teatro, vivenciando, recriando e divulgando as expressões populares nordestinas, em especial as de Pernambuco. A direção da companhia é de Marília Rameh.

Cia. de Dança Artefolia - foto: Bruno Costa

Grupo Experimental de Dança(PE)
Com trecho do inédito espetáculo "Barro-Macaxeira - O Ônibus". A obra, cômica e questionadora, retrata o cotidiano das pessoas que utilizam transporte coletivo. Em cena, a teatralização de situações, personagens e curiosidades observadas em viagens de ônibus. Baseado nas características sociais, o espetáculo é uma continuidade do trabalho do Grupo sobre a movimentação pernambucana, evidenciando em quê a nossa forma de tocar, agir, respirar podem falar da nossa identidade. As coreografias são de Helijane Rocha, Valéria Vicente e Mônica Lira, que também assume a direção artística

Grupo Experimental de Dança - foto: Marcelo Lyra

Grupo Experimental de Dança(PE)
Com trecho do inédito espetáculo "Barro-Macaxeira - O Ônibus". A obra, cômica e questionadora, retrata o cotidiano das pessoas que utilizam transporte coletivo. Em cena, a teatralização de situações, personagens e curiosidades observadas em viagens de ônibus. Baseado nas características sociais, o espetáculo é uma continuidade do trabalho do Grupo sobre a movimentação pernambucana, evidenciando em quê a nossa forma de tocar, agir, respirar podem falar da nossa identidade. As coreografias são de Helijane Rocha, Valéria Vicente e Mônica Lira, que também assume a direção artística

Foto da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul - foto Cláudio Etges.