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SOBRE OS HOMENAGEADOS


Humberto Cavalcanti Teixeira - Iguatu–CE, 05 de janeiro de 1915 – Rio de Janeiro – RJ, 03 de outubro de 1979.

Compositor e instrumentista, desde criança dedicado à música, estudou bandolim ainda em Iguatu, sua cidade natal. Em seguida, já em Fortaleza, enquanto cursava o secundário, estudou flauta com o maestro Antônio Moreira, da Orquestra do Cinema Majestic, e posteriormente com o seu tio, Lafaiete Teixeira.

Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou Direito, tornando-se
advogado bem sucedido, sem jamais abandonar o caminho da música, no qual se notabilizou como grande compositor e um dos mais destacados parceiros do Rei do Baião.
Autor de sambas, valsas, toadas, modinhas, canções, marchas, xotes, sambas-canções e outros gêneros, compôs em co-autoria com, entre outros, Lírio Panicalli, E. Guimarães, Felícia Godói, maestro Copinha, Sivuca, Lauro Maia (seu cunhado) e, claro, Luiz Gonzaga, que conheceu em 1945, quando este procurava um letrista que o ajudasse a compor uma trilha de ritmos nordestinos para lançar no Rio de Janeiro.

Para essa trilha o ritmo escolhido foi o baião, que acabou oferecendo
a possibilidade de uma melhor performance a ser trabalhada nos mais diversos formatos de apresentação pública, inclusive no cinema, através do qual seria internacionalizado.

Em 2010 comemora-se, ainda, os 65 anos do primeiro encontro, no Rio de Janeiro, entre Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (cognominado O Doutor do Baião, pelo amigo Lua), que permitiu o início da sua rica parceria, quando surgiu o primeiro sucesso da dupla, denominado “No meu pé de serra”, a que seguiriam “Baião”, gravado em 1946, e muitos outros como “Asa branca”, “Mangaratiba”, “Juazeiro”, “Qui nem jiló”, “Baião de dois”, “Assum preto” e “Lorota boa”. Em 1950 tem início uma nova grande amizade e colaboração criativa entre O Rei do Baião e Zé Dantas.

Anastácia (Lucinete Ferreira) - Recife–PE, 30 de maio de 1940.

Cantora e compositora, seu interesse pela música manifestou-se logo
aos sete anos de idade. Nessa época, costumava acompanhar um cantador de cocos no bairro Macaxeira, onde ela morava.

Iniciou a carreira artística em 1954, cantando na Rádio Jornal do Commercio, no Recife, onde interpretava canções do sul do país, e mais tarde, principalmente, as versões gravadas por Celly Campelo, cantora paulista. Vive em São Paulo desde 1960, quando adotou a música nordestina como gênero de sua preferência e dedicação. Realizou shows pelo interior paulista, participando da Caravana do peru que fala”. Ainda em 1960, portanto há 50 anos, gravou seu primeiro disco e até hoje já foram mais de 40 lançados, o que garante à Dama do Forró, como é chamada, o patamar de um dos grandes ícones do forró pé-de-serra e uma das mais gravadas
autoras da música nordestina.

Como se não bastasse a sua destacada parceria com Dominguinhos, que resultou em sucessos como “Eu Só Quero um Xodó”, “O forró é bom demais”, “Tenho sede”, somam-se inúmeras outras com diversos compositores, homens e mulheres. Para selar a sua trajetória de grande Dama do Forró não seria necessário acrescentar muita coisa, além do que já está dito acima, a não ser que se trate de associar o seu nome ao do Rei do Baião, mostrando que também por ele passa a história da compositora Anastácia.

Gonzaga gravou as seguintes composições de Anastácia e Dominguinhos: “Já vou mãe” (LP Sertão 70 – RCA Victor, 1970), “Sanfona sentida” (LP Capim novo – RCA Victor, 1976); “Forró fungado” (LP Chá Cutuba – RCA Victor, 1977); “Alegria de pé de serra” (LP Dengo maior – RCA Victor, 1978) e “Sorriso cativante” (LP Eu e meu pai – RCA Victor, 1979). Segudo o crítico Tárik de Souza “Anastácia carrega nos temperos, mas não desanda no sabor”.

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