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PRAIA LIMPA CONSCIENTIZA BANHISTA PARA NÃO JOGAR LIXO NA ORLA
00:00 Sábado, 12 de Setembro de 2009

Lú Streithorst
Projeto Praia Limpa acontece durante todo o verão
Projeto Praia Limpa acontece durante todo o verão
Lú Streithorst
A ação envolve mais de 100 profissionais
A ação envolve mais de 100 profissionais

“Depois de tomar o refrigerante e comer, todos têm que colocar o lixo no saquinho. A praia vai ficar mais bonita, é melhor para brincar na areia e tomar banho de mar”. Esta lição de cidadania é do pequeno Thiago Rocha, de 6 anos, que aprendeu, neste sábado (12), a importância de deixar a praia livre da sujeira, com o projeto Praia Limpa 2009. Durante todo o verão, o projeto realizado pela Rede Globo Nordeste, com o apoio da Prefeitura do Recife, vai distribuir 1,8 milhão saquinhos plásticos oxi-biodegradáveis nas praias de Boa Viagem e Pina, além de conscientizar banhistas e comerciantes sobre a necessidade de se preservar o meio ambiente.
 
O pequeno Thiago, que descobriu a importância de manter a praia limpa, neste sábado, estava acompanhado de sua irmã mais velha, Lyzia Rocha, de 22 anos, e de Marrie Magalhães, 40 anos, que também se engajaram de pronto no projeto. “Sempre venho à praia de Boa Viagem, principalmente no verão. Mas, eu já me cortei com um pedaço de vidro jogado na areia. Para as crianças, isso é ainda mais perigoso, pois elas se divertem cavando buracos na areia, construindo castelinhos. Esta campanha é muito importante para evitar acidentes e lembra às pessoas que cada um precisa fazer a sua parte”, destacou Marrie Magalhães.
 
Para despertar a consciência ambiental dos freqüentadores da orla, assim como aconteceu com Marrie, Lyzia e Thiago, de setembro de 2009 a março de 2010, monitores devidamente capacitados vão, além de entregar saquinhos plásticos, conversar com as pessoas sobre os riscos gerados para o ecossistema quando se joga lixo na areia e no mar. A ação envolve mais de 100 profissionais, incluindo coordenação, operação e produção do projeto. As atividades acontecerão sempre no horário de maior fluxo de banhistas, abrangendo seis quilômetros do litoral recifense, que equivalem às praias de Boa Viagem e do Pina.
 
Saquinhos - Por se tratar de uma iniciativa para preservar o meio ambiente, os saquinhos distribuídos para as pessoas na praia também são ecologicamente corretos. Eles são de plástico oxi-biodegradável, isto é, são feitos a partir de uma tecnologia eco-responsável que utiliza um aditivo para acelerar o seu processo de decomposição. Assim, as sacolinhas do Praia Limpa se decompõem mais rápido do que as demais, sem perder as características de resistência e leveza do plástico.
 
Além das sacolas pequenas, este ano, o projeto Praia Limpa também disponibilizará lixeiras com capacidade para sacos de 100 litros, ao longo da orla, nos finais de semana. Estes equipamentos ficarão na faixa de areia, mas em um local mais próximo do calçadão, com uma distância de 50 metros entre eles. A intenção é que o banhista, ao sair da praia, coloque os saquinhos pequenos com lixo, nestas lixeiras maiores. Ao final do dia ou quando necessário, a Prefeitura recolherá todo o material deixado pelas pessoas.
 
Sete estandes de apoio também foram instalados a cada quilometro da orla, sendo cada um sinalizado com uma cor diferente. Lá, os monitores vão distribuir pulseiras para a identificação de crianças. Assim, caso algum pequeno se perca dos pais, pode ser levado para a área da praia identificada com a cor da pulseira. Ao todo, o projeto deve entregar 154 mil pulseirinhas, durante todo o verão, para ajudar os pais a encontrarem as crianças perdidas.

Camisas – Outra novidade do projeto Praia Limpa 2009 é o material usado nas camisas dos monitores. Elas são compostas 50% por algodão e 50% por garrafas PET recicladas. As fibras das garrafas são resistentes e maleáveis, sendo utilizadas na confecção dos fios. Para isso, as embalagens foram moídas, descontaminadas e passaram por um processo de moldagem para a tecelagem das malhas. A cada camisa produzida, 2,5 garrafas PETs deixaram de poluir o meio ambiente. Para se biodegradar, a PET demora aproximadamente 450 anos.

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