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Cultura

SHOW EM HOMENAGEM A ALCEU VALENÇA ABRE O CARNAVAL MULTICULTURAL 2012
16:04 Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

A apresentação conta com a direção musical do baterista Pupilo (Nação Zumbi) e reúne vários nomes da música brasileira
 
O filho mais ilustre de São Bento do Una ganhará reverências dignas de uma verdadeira majestade da folia pernambucana. O cantor e compositor Alceu Valença é o grande homenageado da noite de abertura do Carnaval Multicultural do Recife, na noite desta sexta-feira (17). A partir das 22h30, grandes nomes da música brasileira estarão reunidos, no palco do Polo Recife Multicultural, no Marco Zero (Bairro do Recife), em show especialmente dedicado à obra do artista pernambucano. Sob a direção do baterista Pupilo (Nação Zumbi), os cantores Lenine, Otto, Karina Buhr, Lirinha, Pitty, Criolo e Ney Matogrosso irão compor o time responsável por reinterpretar as canções de Alceu.
 
Com 40 anos de carreira artística, boa parte deles dedicados ao carnaval pernambucano, Alceu Valença construiu uma trajetória marcada por uma forte personalidade musical, se tornando um elo entre a música tradicional nordestina e o rock’n’roll. Um verdadeiro camaleão, de múltiplas facetas, que sempre conseguiu agregar, em sua música, o repente, a embolada, o blues, de forma atemporal e instigante. Diante de um vasto repertório autoral, de singular originalidade e riqueza, a Prefeitura do Recife resolveu fazer dele (junto ao artista plástico José Cláudio) o homenageado do Carnaval Multicultural 2012.
 
E coube a Pupilo a tarefa de revisitar e dar uma nova roupagem às canções de Alceu, dando uma visão contemporânea à obra do artista. Ele ficou responsável por dirigir o espetáculo, criar toda a proposta do show, escolher o repertório e convidar os artistas participantes. “Alceu é um artista que conseguiu influenciar muita gente das gerações que vieram após ele. Todo músico pernambucano, com certeza, bebeu um pouco da fonte desse cara que, entre outras coisas, foi responsável por injetar uma nova cara à música pernambucana e brasileira”, declara Pupilo.
 
Desde o convite feito pela Prefeitura do Recife até à apresentação desta sexta-feira (17), se passou um mês e meio para a concepção do show. O repertório, segundo Pupilo, procurou privilegiar várias fases da trajetória de Alceu. São 14 músicas, desde os hits (como “Tropicana”, “Coração Bobo” e “Como Dois Animais”) até as canções mais “labo B” do artista (“Agalopado” e “Molhado de Suor”, “Rouge Carmim”). “Eu mergulhei completamente na discografia dele, ouvi muito e procurei dar um panorama geral do trabalho dele, procurando não deixar nada de fora. E confesso que fiz e refiz esse repertório várias vezes, até chegar a esse formato final”, explica Pupilo.
 
Apesar de grande parte da carreira artística de Alceu estar relacionada ao carnaval pernambucano e ao frevo, Pupilo afirma que procurou passar ao largo do ritmo no que diz respeito aos arranjos das músicas escolhidas. Sobre o resultado final das canções, Pupilo não entrega muito o jogo. “Tem coisas que ficaram mais próximas do original, outras ficaram completamente diferentes”, resume.
 
Os convidados foram escolhidos a dedo por Pupilo e agregam artistas de diferentes gerações e estilos. Da música universal de Lenine ao rock de Pitty, ou do rap de Criolo ao multifacetado Ney Matogrosso. Some-se aí, também, Karina Buhr, Lirinha e Otto. Todos darão sua cara às canções de Alceu.

A banda que irá acompanhar essa verdadeira seleção é formada por integrantes das bandas Nação Zumbi, Cidadão Instigado e do coletivo paulista Instituto. Também participam da formação um quarteto de cordas do Orquestra Experimental de Câmara e integrantes da SpokFrevo Orquestra, que participam, com um naipe de metais, em seis canções do show.
 
Responsável por fazer a alegria de milhares de foliões recifenses, ao longo de vários carnavais, é justamente nesta festa popular que a obra de Alceu Valença ganha um tratamento de luxo e invade as ruas do Recife. E este espetáculo é apenas o pontapé inicial para uma série de homenagens que a Prefeitura do Recife fará a esse grande artista, que é a cara do seu povo e da sua terra, que ele canta em sua música, sem fronteiras de tempo e espaço.

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