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Cultura

A LETRA E A VOZ APRESENTA FERNANDO MONTEIRO E ROGÉRIO PEREIRA
00:00 Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Paulo Lopes
Fernando Monteiro e Rogério Pereira
Fernando Monteiro e Rogério Pereira

Para aproximar mais o público e ajudar a conhecer o trabalho de Fernando Monteiro, um dos homenageados do 7º Festival Recifense de Literatura, e Rogério Pereira, editor do jornal Rascunho, o A Letra e A Voz promoveu um espaço para traçar um perfil sobre os convidados e debater o cenário atual da literatura.

A ligação entre Fernando Monteiro e Rogério Pereira não é casual. Monteiro, além de ser um dos quarenta colaboradores assíduos do Rascunho, foi o primeiro entrevistado do jornal, que já tem quase 10 anos de existência, com 113 edições. Com início incipiente, hoje a publicação já tem 5.000 assinantes em todo o País, com média de 20 a 30 mil leitores mensais. “São 10 anos resistindo bravamente. O Rascunho é o único jornal de literatura do Brasil, todos os outros acabaram”, comentou Fernando Monteiro.

Durante sua apresentação, Rogério Pereira levantou questões importantes como o papel do jornalismo literário, além de temas como crítica e mercado da literatura. Em seguida, Rogério traçou um perfil da obra de Fernando Monteiro, destacando sua participação no cenário da literatura nacional. “Fernando é um autor importante na cena literária brasileira. Assim como eu que estou em Curitiba, ele está fora do considerado grande eixo Rio-São Paulo e consegue ser extremamente respeitado, mesmo não sendo um autor popular”, afirmou.

Saiba mais sobre os autores:

Fernando Monteiro - É escritor, crítico de arte e cineasta. Nascido no Recife (1949) é bacharel em Ciências Sociais e estudou no Centro Sperimentale de Cinematografia, em Roma (Itália). Tem colaborado nas revistas BRAVO, “Colóquio/Letras” (Portugal), “Continente Multicultural”, “Estudos Universitários”, “ENCONTRO” (do Gabinete Português de Leitura de Pernambuco), Revista ETCETERA (Curitiba - PR), Revista CRISPIM (Universidade Federal de Pernambuco) , e nos jornais “Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio (PE) e “O Tempo” (MG). Tem uma coluna fixa – como articulista – há sete anos, no jornal literário “Rascunho” (Curitiba – PR), considerado a melhor publicação do gênero do jornalismo literário no Brasil, atualmente. Fernando Monteiro foi presidente da ABD-PE (Associação de Documentaristas de Pernambuco) e membro do Conselho Nacional das ABDs.

Obras Publicadas
Memória Do Mar Sublevado (Poema Longo) - 1973.
O Rei Póstumo (Teatro) - 1974. Prêmio Othon Bezerra De Mello De Academia Pernambucana De Letras.
Leilão Sem Pena (Poema E Roteiro Cinematográfico) - 1980. Prêmio de Melhor Roteiro (Festival de Cinema De Aracaju).
Ecométrica (Poesia), Massao Ohno Editor (Sp), 1983. Prêmio Nacional De Poesia Ube/Rio.
Hiléiade (Poema Longo), Editorial Dos Reis, Portugal
A Interrogação Dos Dias (Poesia) - 1984.
Akhenaton: Ascese & Revolução (Ensaio)
E Brennand (Ensaio), Prêmio Funarte De Melhor Livro De Arte Brasileiro - 1987
Aspades, Ets Etc (Romance), Porto, Portugal, 1997.
A Cabeça No Fundo Do Entulho (Romance), Editora Record (Rj), 1999. Prêmio Revista Bravo! De Literatura.
T. E. Lawrence: Morte Num Ano De Sombra (Ensaio). Editora Record (Rj), 2000.
A Múmia Do Rosto Dourado Do Rio De Janeiro (Romance), Editora Globo (Sp), 2001.
O Grau Graumann (Romance), Editora Globo, 2002. Primeiro Volume Da Trilogia Graumann.
Armada América (Contos), W11 Editores (Sp), 2003. Finalista Do Prêmio Portugal Telecom De Literatura/2004.
As Confissões De Lúcio (Romance), Editora Francis (Sp), 2006. Segundo Volume Da Trilogia Graumann.
O Nome De Um Hamster (Infanto-Juvenil), Edições Bagaço (Recife), 2008

Rogério Pereira - Vem de uma família que saiu do interior de Santa Catarina para tentar a sorte em Curitiba no final da década de 70. Seus pais freqüentaram a escola durante, no máximo, dois anos na Zona Rural. Portanto, são analfabetos funcionais. O livro nunca fez parte de suas vidas. Sempre estiveram mais preocupados com a sobrevivência: a mãe trabalhando como doméstica e o pai como motorista, vivendo de favor onde fosse possível. Começou a trabalhar aos 10 anos de idade, vendendo flores, aos 13 anos trabalhava o dia todo numa fábrica de móveis e estudava à noite. Como estudante, sempre foi um bom leitor e freqüentava a biblioteca da escola. Começou a ler muito tarde e de maneira desordenada. Entrou na sucursal da Gazeta Mercantil, em Curitiba, como contínuo (office boy). Ali, permaneceu durante oito anos, ocupando vários cargos e conheceu o mundo do jornalismo. Antes de ingressar na faculdade de Comunicação, estudou filosofia. Depois, foi consolidando a carreira como jornalista: fez pós-graduação em Madri (Espanha), freqüentou mestrado em literatura e hoje é editor do jornal literário Rascunho, com circulação em todo o País e em alguns países do mundo.

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